28.12.14

Ricardo Mateus vence S. Silvestre de Avis

Ricardo Mateus, do Sporting, em masculinos, e Raquel Trabuco, do Clube Elvense de Natação, em femininos, venceram hoje a 32.ª edição da corrida de São Silvestre de Avis, no distrito de Portalegre.
Mateus completou o percurso de 6.600 metros em 19.21 minutos, batendo Bruno Paixão, do Benaventense, que terminou em segundo lugar, com 19.34 minutos, seguido de Miguel Marques, do Benfica, com 19.46.
Raquel Trabuco foi a primeira classificada na prova feminina, completando os 3.300 metros em 11.01 minutos.
Raquel Cabaço, do Grupo Desportivo Diana, de Évora, foi segunda, com 11.34 minutos, e a individual Verónica Scutaru garantiu o terceiro posto, com 11.39.
Esta prova foi organizada pela Associação Desportiva e Recreativa ‘Amigos do Atletismo de Avis’ e Câmara Municipal de Avis, com o apoio técnico da Associação de Atletismo do Distrito de Portalegre (AADP).

27.12.14

AMIEIRA DO TEJO: Passagem de Ano na Casa do Balcão

Se ainda não se decidiu sobre o local onde vai fazer a festa da Passagem de Ano 2014/2015, o Bar da Casa do Balcão em Amieira do Tejo pode ser uma boa escolha. Menu simples e acessível, sem grandes sofisticações, animação QB, dão a entender que em termos de custos, os preços serão módicos.
Tem é que se inscrever até ao dia 29 de Dezembro. Os organizadores querem saber com o que contam para, a tempo e horas, fazerem os preparativos da festa, com o devido preceito e a contento dos convivas.

25.12.14

OPINIÃO: Contributo para uma poética em Fernando Carita…profundo encontro e amor com Deus

Poema 6
O que é a experiência
De longínquos ramos de sol
Sem abeirar-me do êxtase não sei a extensão de um cabo de telefone
Na adormecida noite

Tudo é paz e saudade
Para que possam adormecer os nossos olhos

Numa árvore arrancada ao terreno por uma rajada
De aragem estrondosa neste Natal

Lá fora o vento pia e já nasce uma criança
És o recém -nascido para a tua mãe
Desdobrada em amor

São assim as mães que perdem um filho
Mães da ternura com que acalentam o coração de todos
Mães nascidas renascidas ouvidas por todos nós
E também pelos que já pairam noutra esfera

Mães que só falam de Amor com as mãos erguidas
Para o sacrário que se dilata pela terra inteira

Mãe tua mãe nossa
a quem quero dar um abraço ainda assim
E chamar-lhe “minha filha” 
(in Jornal de Nisa)
Talvez na sua humildade não se considerasse um escritor, ou um poeta, mas como os grandes esta mistura de mística e poesia roça sempre o Absoluto!
“São  assim as mães que perdem um filho….mães de ternura que acalentam o coração de todos…”
Mas os seus versos ultrapassam a lógica e a razão e tornam-se alma e chave da sua vida, numa mística impressionante que lhe é essencial, quase música.
Se a inspiração pode refletir esta dimensão humana, da ordem da alegria, da festa, há planos em que  vai tão fundo que se entrecruzam realidade humana transformada em divina tal a proximidade com que a  deseja e trata…”és o recém nascido para a tua mãe Desdobrada em amor.”, à semelhança de Maria, a Mãe do Senhor.
O Mistério, derradeiro encontro espiritual com Deus tratado com esta ternura pelo poeta.!
Talvez o segredo do Fernando esteja em dizer tão bem o amor divino com esta expressão humana.

João Castanho

23.12.14

NATAL em NISA: Descrito na "Monografia" de José Francisco Figueiredo

“Chegada a véspera de Natal, logo ao princípio do serão, começava a festa familiar. Preparava-se a massa para as filhós e azevias e, pouco depois, todo o pessoal feminino estava em actividade, ou tratando da doçaria ou vigiando a preparação da consoada.
Às dez horas, tocava a primeira vez para a Missa do Galo; às onze, a segunda, e à meia-noite em ponto, o vigário acercava-se do altar, depois de, à custa de porfiadas diligências, se fazer calar as inúmeras galinhas (filete de tripa de vaca interposto a dois pedacitos de cana) com que a rapaziada serrazinava e importunava toda a gente durante a época e de cujo abuso nem mesmo na igreja se abstinha.
Terminavam as cerimónias cultuais quando o pároco, de capa de asperges, dava o Menino Jesus a beijar. Então a confusão e o alarido não havia admoestações que os dominassem.
E, pouco depois, a população – ao brasido da lareira ou à mesa da consoada – acabava de celebrar em doce intimidade a santa Festa da Família, cujo último eco se traduzia na garrulice e alegria da pequenada, quando no outro dia, ao saltar da cama, ia recolher as prendas que o Menino Jesus lhe deixava nos sapatinhos.
Sem Pai Natal e sem estrangeirice inclimatada de árvores frias e inexpressivas, o Natal em Nisa – com a gracilidade dos cristianíssimos presépios – foi sempre e é ainda uma festa genuinamente portuguesa.”

Figueiredo, José Francisco Monografia de NisaINCM – CMNisa, 1989

22.12.14

Faleceu Manuel Milhinhos, dirigente da USNA/ CGTP-IN

A Direcção da União dos Sindicatos do Norte Alentejano -USNA/CGTP-in - cumpre o doloroso dever de vos informar do falecimento do camarada Manuel Milhinhos, hoje, no Lar Alcântara Botelho, onde estava.
Morreu hoje o Manuel Milhinhos. Tinha sido Presidente do Sindicato dos Corticeiros do Distrito de Portalegre e da Comissão Executiva da União dos Sindicatos do Norte Alentejano durante vários mandatos, até a doença o impedir de continuar.
O corpo está em câmara ardente na Igreja de S. Tiago em Portalegre.
O seu funeral realiza-se amanhã, 23 de dezembro, às 10h30.

Até sempre!
Pl' a CECO da USNA/cgtp

NISA: Dezembro de 2000- Grande animação desportiva

 GDRC de Tolosa - Campeão distrital de 2ª Divisão - 1999/2000
 Em Dezembro de 2000 o concelho de Nisa tinha três equipas a competir no campeonato distrital de seniores da AFP: Nisa e Benfica, GDR Alpalhoense e GDRC de Tolosa. A estas juntava-se a equipa de seniores de futsal do Nisa e Benfica, a disputar o campeonato nacional da 3ª divisão – série B, após ter disputado e vencido o respectivo campeonato distrital.
No campeonato distrital de futebol, ao Nisa e Benfica e Alpalhoense, clubes habituais nestas “andanças” juntava-se o nóvel Grupo Desportivo Recreativo e Cultural de Tolosa que sucedera ao Grupo Desportivo da Sociedade Filarmónica de Tolosa.
O GDRC de Tolosa ascendeu à 1ª divisão distrital após vencer o campeonato distrital da 2ª divisão na época 1999/2000.


Havia, na altura, diversos clubes a disputar os campeonatos distritais, muitos mais do que actualmente, situação que obrigou a AFP a organizar duas provas distintas, 1ª e 2ª divisão distritais, o que era também um factor de nivelamento das provas de seniores.
Com o decorrer dos anos clubes como o Alegrete (regressou mais tarde), Póvoa e Meadas, Foros do Arrão, Elvenses, Avisenses, Tramaga,Arenense, Castelo de Vide, o próprio Campomaiorense, Portalegrense, Estrela (regressou esta época através de patrocinadores estrangeiros) deixaram de competir a nível de futebol sénior, agrupando-se todas as equipas numa só divisão e campeonato, ainda assim bastante exíguo e pouco exigente.
Alguns desses clubes optaram pelos escalões de formação ou, a nível de seniores, voltaram a competir nos distritais de futsal, modalidade menos dispendiosa quer em termos de custos quer, sobretudo, no recrutamento de atletas.
Dos três clubes do concelho, actualmente, o Nisa e Benfica participa nas provas da AFP em três escalões de formação (benjamins, infantis e iniciados); o Alpalhoense tem apenas em actividade e esporádica o Núcleo de Veteranos e do GDRC de Tolosa não mais tivemos notícias. Em Tolosa, o gosto pelo futebol foi “reacendido” nos escalões de formação pela APTOS – Associação de Pais de Tolosa, enquanto em Nisa e dinamizada pela Inijovem tem havido, com sucesso, participações nos campeonatos regionais de andebol. Isto para além do ténis de mesa e da pescas desportiva, modalidades onde a associação tem alcançado apreciáveis êxitos.
 Os tempos que correm são de "vacas magras". Os jovens e menos jovens olham com esperança, para outras latitudes e horizontes. Poucos são os que ficam e resistem. Há cada vez mais dificuldade em recrutar crianças e jovens para a prática do desporto.
A Câmara anunciou, recentemente, a intenção de proceder à beneficiação do campo de jogos D. Maria Gabriela Vieira e a implantação de um piso sintético, a exemplo do que dispõe recintos desportivos em todo o distrito.
A melhoria de equipamentos pode fazer surgir, esperamos, o gosto pelo futebol e a médio prazo a constituição de equipas de seniores que sejam a natural sequência de um processo de formação no qual os clubes têm investido sem dele tirarem o indispensável aproveitamento.

21.12.14

NISA: Dezembro de 2000- Um mês cheio de animação

 Há 14 anos, o concelho de Nisa viveu um mês de Dezembro repleto de animação, com inúmeras iniciativas de carácter cultural, desportivo e recreativo, a que não faltaram, sequer, as diversas festas natalícias, dinamizadas um pouco por todas as freguesias e que puderam alegrar crianças e adultos, os idosos de um modo particular, transmitindo um pouco da magia desta época e fazendo esquecer as agruras dos restantes dias do ano.

Os calendários de iniciativas que, aqui, recordamos, passados 14 anos, prestam-se, também para uma leitura e análise, uma visão, se quisermos, sobre o concelho, o dinamismo de colectividades e instituições, os espaços de cultura, educação e da própria autonomia política que, ao longo destes anos fomos perdendo.
Podendo não dizer muito, os quadros remetem-nos ainda, em termos comparativos, para analisarmos a actividade desportiva, cultural e institucional, em relação à actualidade, com o foco, por exemplo, na redução drástica do número de espectáculos cinematográficos no Cine Teatro, números a que não serão alheios, certamente, factores como a diminuição da população, o aumento do custo de vida e ausência de hábitos culturais regulares. Mas, este último, é um ciclo “vicioso”: as pessoas não vão ao cinema porque “não há” ou porque, havendo, a programação não é (será) atractiva.
Pena é termos uma infraestrutura, uma sala de espectáculos deste nível e não ser devidamente utilizada.

Com regularidade e rigor.

20.12.14

CANTINHO DO EMIGRANTE: O Natal

O mês de Dezembro com o frio e a neve a bater-nos à porta, com o dia 25 a anunciar-nos o nascimento do Menino Jesus e a encher os lares de paz, amor e alegria, festejando-se em todo o mundo há vários séculos, como sendo o símbolo da união da família.
A árvore de Natal com as grinaldas e coberta de brinquedos é a alegria das crianças, dando luz e cor a esta noite fria de Inverno.
Esta noite não se trata apenas de um dia de festa, só por se comer uma refeição mais requintada ou estrear um fato novo no outro dia. Esta data deve chocar o coração das pessoas boas para poderem mostrar a sua solidariedade com os mais necessitados, ajudando os hospitais e as instituições de beneficiência, para que os doentes, as crianças abandonadas e os sem abrigo, possam passar este dia com dignidade. Sim, porque a solidariedade existe, pois “quem dá aos pobres empresta a Deus”.
E a melhor prenda de Natal seria o nosso Governo pudesse combater a pobreza, o desemprego, a droga e a exclusão e que pudesse também haver paz no mundo.
Veio-me à memória o Natal dos soldados na guerra, por vezes conflitos quase intermináveis, como foram aqueles por que passei em Angola, longe dos meus afectos, oprimidos pela polícia política e a censura, sem que nós pudéssemos exaltar os nossos pensamentos nacionais, as nossas ideias de paz e liberdade.
Agora e como não podia deixar de ser, não queria terminar sem desejar a todos os nisenses, em nome de toda a comunidade emigrante de França, os votos de um Bom Natal e um Próspero Ano Novo, aproveitando também para homenagear todos aqueles que têm espalhado a Portugalidade nos cinco cantos do Mundo.
António Conicha – in “Jornal de Nisa” – 22/12/ 2004

NISA: Iniciativa solidária da Inijovem - Correr em Nisa


19.12.14

OPINIÃO: A morte de Vítor Crespo

 Morrem os bravos, ficam os bárbaros.
Um a um, os heróis de Abril vão perecendo e Portugal fica mais pobre, carecido de referências, entregue à comissão liquidatária que escondeu a agenda ideológica durante a campanha eleitoral.
Vão-se os bravos e ficam a uivar os lobos nesta melancólica quadra em que os próximos voos da TAP são de aves migratórias que não regressam mais, obrigadas a levantar voo, expulsas do seu habitat.
Como o crocodilo, ficam a voar baixinho os membros da comissão liquidatária do país que nunca sentiram seu. Falam grosso, como se as polícias estivessem ao seu serviço, o poder fosse um direito e a governação uma viagem ao passado.
Vítor Crespo foi um dos melhores. Vai a sepultar enquanto ficam os que nos enterram e preparam campanhas sujas para se perpetuarem.
Em Abril, Vítor Crespo estava na Pontinha, depois esteve na transição da independência de Moçambique e continuou a servir Portugal sem se servir da Pátria que amou.
A mágoa pela perda de um herói só tem paralelo na que permanece pelos cobardes que ficam.
Há luto em Portugal e Moçambique. Em Belém e S. Bento a vida continua indiferente à perda que os democratas sentem.
Carlos Esperança in http://ponteeuropa.blogspot.pt 18/11/2014
Associação 25 de Abril manifesta profundo pesar


O antigo oficial da Marinha Vítor Crespo, que participou no 25 de Abril de 1974, morreu hoje aos 82 anos, anunciou a Associação 25 de Abril.  "É com profundo pesar que vos comunico o falecimento do militar de Abril, ocorrido hoje, almirante Vítor Manuel Trigueiros Crespo.
Nascido em Porto de Mós, em 21 de março de 1932, Vítor Crespo foi um militar de Abril de todas as horas, um dos principais dirigentes da Marinha no Movimento das Forças Armadas, integrando a equipa do Posto de Comando da Pontinha, nas operações militares do 25 de Abril", pode ler-se no comunicado, assinado pelo presidente da associação, Vasco Lourenço.
A Associação 25 de Abril lembra ainda que Vítor Crespo foi membro do "primeiro Conselho de Estado, após o 25 de Abril" e assumiu o cargo de Alto-Comissário de Moçambique até à independência deste território. "Regressado a Portugal, mantém-se no Conselho da Revolução (...) sendo o único dos membros da Armada a integrar os primeiros subscritores do Documento dos Nove", lembram.
Crespo integrou depois como ministro da Cooperação o VI Governo Provisório (setembro de 1975 a julho de 1976), chefiado por Pinheiro de Azevedo. "Após a extinção do conselho da revolução, volta à Armada, onde (...) assume o cargo de Director do Serviço de Justiça (...) até à sua passagem à situação de Reserva", pode ler-se no comunicado da associação, destacando o facto de Vítor Crespo ter "sócio fundador nº 2" da organização.
"Com o seu falecimento, Portugal perde um dos seus melhores cidadãos, a Associação 25 de Abril fica bastante mais pobre e, pessoalmente, vejo partir um dos meus melhores amigos", lamentou Vasco Lourenço.
O velório de Vítor Crespo realiza-se na Basílica da Estrela, quinta-feira, a partir das 17h00. Na sexta-feira, realiza-se uma cerimónia de homenagem às 12h, que antecede o funeral, no cemitério do Alto de S. João.

17.12.14

NISA: Concerto de Boas Festas da Sociedade Musical Nisense


Natal é quando um homem quiser


NATAL É QUANDO UM HOMEM QUISER
Tu que dormes a noite na calçada de relento
Numa cama de chuva com lençóis feitos de vento
Tu que tens o Natal da solidão, do sofrimento
És meu irmão amigo
És meu irmão
O Natal é quando um Homem quiser!
E tu que dormes só no pesadelo do ciúme
Numa cama de raiva com lençóis feitros de lume
E sofres o Natal da solidão sem um queixume
És meu irmão amigo
És meu irmão
Natal é em Dezembro
Mas em Maio pode ser
Natal é em Setembro
É quando um homem quiser
Natal é quando nasce uma vida a amanhecer
Natal é sempre o fruto que há no ventre da Mulher
Tu que inventas ternura e brinquedos para dar
Tu que inventas bonecas e combóios de luar
E mentes ao teu filho por não os poderes comprar
És meu irmão amigo
És meu irmão
E tu que vês na montra a tua fome que eu não sei
Fatias de tristeza em cada alegre bolo-rei
Pões um sabor amargo em cada doce que eu comprei
És meu irmão amigo
És meu irmão
Natal é em Dezembro
Mas em Maio pode ser
Natal é em Setembro
É quando um homem quiser
Natal é quando nasce uma vida a amanhecer
Natal é sempre o fruto que há no ventre da Mulher
ARY DOS SANTOS

16.12.14

"Nisa, História e Tradição" - Novo livro de Carlos Cebola é apresentado no sábado


Vai ter lugar em Nisa o lançamento e apresentação do livro "Nisa, História e Tradição" do autor Carlos Dinis Tomás Cebola, numa edição da União de Freguesias de Espírito Santo, Nª Srª da Graça e São Simão - Nisa.
O evento terá lugar no Salão Nobre da Santa Casa da Misericórdia de Nisa, no próximo Sábado, dia 20 de Dezembro, pelas 15 horas.

ALPALHÃO: VII Presépio Vivo no dia 25 de Dezembro


14.12.14

OPINÃO: As falácias de alguns políticos (sugilação para uma política de ética)

Outro dia, numa das rádios locais, um senhor da política julgou analisar ponto por ponto a análise de um comentador jovem de outra sede ou matriz partidária.
No final o “ criterioso “ político julgou esgotado o tema em voga das subvenções vitalícias com o pressuposto de que o ratio da lei se mantinha, proferindo a sua decisão inabalável.
No pressuposto de que políticos há, que, desde a juventude, que nunca tendo conhecido profissão ou atividade senão a política, caiam no âmbito da lei .
Ora nada de mais errado sobretudo numa época  em que  o seguro obrigatório segue rumos novos- cumpre aos próprios  interessados  recorrerem ao seguro privado, e têm condições financeiras para o fazer, acautelando o futuro.
E, mesmo os senhores deputados poderão sempre acautelar o futuro recorrendo aos seguros privados, (facultativos) bem como os demais lugares da atividade política, remunerados quase todos.
De modo que a lei é naturalmente inválida, e não tem qualquer razão de existir, sendo inútil.
Por mais embrulhadas que sejam as palavras nem sempre é razoável chamar à colação éticas políticas desadequadas, desde logo de racionalidade lógica sem qualquer sustento.
Uma coisa é termos o direito de escolher o o caminho a seguir na vida, outra é a exclusão de privilégios, mormente quando não têm qualquer fundamento.
Esta bem diferente é abordada em jeito de... falácias e peca por parcialidade.

João Castanho

9.12.14

NISA: Tégua promove acção solidária na Devesa


OPINÃO: Aos meninos da minha terra, porque é Natal!... Ser (não Ter, nada ter ) como Jesus….

Viver livre das coisas, de todas  as coisas...necessariamente precárias. Não viver prisioneiro de nada nem da própria mente. Desejos sinceros para os meninos da minha terra... E viva Jesus... o menino Deus feito homem, sempre pobres em espírito...( no sentido religioso do termo), nada de coisas inúteis apropriar como coisas  próprias, libertos de qualquer sentimento de coisas que gostariam de ter...onde quer que estejam não sejam prisioneiros de nada, não dependerem de nada, não ser prisioneiro de nada nem de ninguém, como Jesus, Jesus que ninguém foi capaz - com inultrapassável e inigualável espírito de síntese - foi capaz de erguer um tal código com as doze normas  com relevo para a abnegação e o sacrifício (os doze mandamentos) de tal código lhes sirva de paradigma  axiológico: Descobrir esse doce Jesus, arquétipo, mais  serenos, que como Paulo de Tarso, grego de nascimento mas culturalmente romano (culturalmente mergulhado nas declinações do latim e no  latim erudito e  na filosofia de Aristóteles) soube encontrá-lo para nunca mais o largar. A lógica era outra  e Paulo culto e erudito  soube distinguir: Jesus mudara a cultura de todos os valores. Jamais a vingança, antes o perdão. Os heróis de Jesus eram outros: a justiça, o contrário da arbitrariedade de Herodes e mesmo Octaviano Augusto  já sofria a influência  do mestre da vida, não agindo à romana...
 “Que queres que eu faça...senhor.?”.Culto e generoso, Paulo abraça os princípios revolucionários dum certo Galileu... capaz de revolucionar a história da Humanidade.
Lembro neste Natal todos os meninos da minha terra, os recém nascidos e os demais...ainda pequenos.
As preocupações dos pais  perante o quadro  económico e social  horrível não pode desviá-los do ensino  e da responsabilidade conexa de transmitir  aspectos educacionais fundamentais e conexos  àqueles,  em que se alicerçará a sua verdadeira felicidade.
Normalmente pensa-se no TER, um curso, uma casa, casar com uma mulher bonita... TER, sempre TER!, quando  a verdadeira  felicidade parece assentar em parâmetros mais de SER, saber o que é supérfluo e não o necessário.
A vida real demonstra que a  muitas pessoas com dinheiro são infelizes.
O segredo é, pois, outro.
Donde ser imprescindível apetrechar, melhorar nos nossos pequeninos estes aspectos emocionais. Será essencial dotá-los desses conhecimentos e capacidades para serem criaturas aptas a compreender a vida e a ultrapassar pequenos problema que a vida lhes irá trazer.
Melhor Paradigma que  Aquele  cujo Nascimento  vamos proximamente celebrar?
Viva JESUS ! Que  mesmo selvaticamente assassinado e arbitrariamente julgado ousou perdoar, institucionalizando uma cultura nova, uma contra cultura de valores morais assente  no Amor, no perdão...no acolhimento fraterno dos que sofrem a qualquer título.
No ser...nunca no ter.
Também como a Senhora da Graça. Vazia de si...e cheia de toda a graça, caridade, bondade para nós nisenses.
BOM NATAL
João Castanho

8.12.14

OPINIÃO: “Toca a Todos”

Uma em cada três crianças, em Portugal, vive em situação de pobreza.
 E, como as políticas sociais, neste momento, são praticamente inexistentes, houve a necessidade da sociedade civil assumir o papel de protagonista nesta luta, que competia ao estado executar através das suas transversais políticas socioeconómicas, através deste governo democraticamente eleito.
A iniciativa denominada “Toca a todos”, foi uma ação solidária da Rádio Pública – Antena 3, com o objetivo de chamar a atenção para este flagelo que assola a nossa comunidade, mas também, para angariar fundos para a Cáritas Portuguesa – uma das entidades que combate a pobreza infantil em Portugal (foram angariados mais de 350 mil euros).
Mas, voltando à questão propriamente dita, da pobreza infantil, a qual é tratada como um não problema por parte dos nossos governantes, com pouca sensibilidade para as questões de índole social, como se tem visto, nestes últimos três anos.
Como todos sabemos esta questão é transversal, não pertence exclusivamente a um só Ministério, mas no entanto é na educação que eles melhor são detetados, através dos inúmeros apoios sociais que os alunos recebem ao longo da sua formação académica.
 E, nessa perspetiva somos surpreendidos com os dados revelados na semana passada, e apresentados no ranking das escolas, mais propriamente, na coluna que diz respeito à percentagem de alunos que beneficiem de apoios, chamados de alunos carenciados.
Pois bem, segundo parece, no concelho de Nisa, apenas 26,3% da população escolar (até ao 9º ano de escolaridade) é alvo de apoio social, a taxa mais baixa do distrito de Portalegre, contrariamente ao que sucede no concelho de Marvão onde o apoio ascende a 63,8% dos alunos (o mais elevado), e por ironia, até obtêm melhores resultados escolares. A primeira análise que poderíamos tirar destes números, era que as famílias no concelho de Nisa, com filhos a frequentar o ensino oficial, têm mais posses (económico-financeiras) que as restantes a viver no distrito de Portalegre, e por isso, estão em vantagem, o que não me parece! Mas, dados são dados.
Portanto, partindo do princípio que estes dados não estão errados, uma das duas, ou são mesmo alunos sem necessidade de apoio, o que me enche de orgulho por ser oriundo da região mais rica do distrito de Portalegre, ou então, existe falta de informação ou inércia, por parte dos profissionais da ação social escolar, junto das famílias, não informando estas dos seus reais direitos (na ajuda para o preenchendo de formulários e encaminhando-os por entre a imensa burocracia), onde existe um vasto campo iliterário.
Mas, esperamos que esteja tudo certo!
E também que, fosse bom não haver necessidade para fazer estas campanhas… mas enfim! É esta a nossa sina. Que saibamos saltar, pelo menos!
Como diz a canção dos “Clã”, hino oficial da campanha “toca a todos”:
“Ei, tenho asas nos pés
Tenho asas
Ei, tenho molas nos pés
E salto.”
JOSÉ LEANDRO LOPES SEMEDO

NISA FUTSAL: Calendário dos Jogos em Dezembro (Nisa)


7.12.14

NISA: Câmara vai requalificar o Mercado Municipal

O Mercado Municipal de Nisa e áreas envolventes irá ser objeto de intervenção da Câmara Municipal, tendo como data prevista para o início das obras o dia 5 de janeiro de 2015.
A obra foi consignada a 28 de novembro de 2014 e tem como adjudicatário a empresa “Joaquim Fernandes Marques & Filho”, pelo valor de 469 mil euros, prevendo-se que o prazo de execução da mesma seja de 480 dias.
A Requalificação do Mercado Municipal de Nisa e áreas envolventes assenta numa intervenção que visa sensibilizar os diversos agentes e atores locais para a revitalização de um espaço que se quer distinto, e não ser só considerado como um local que assegure as condições de garantir a qualidade do abastecimento da população local, ao nível de bens essenciais, pelo que a Presidente da Câmara Municipal de Nisa deslocou-se, no passado dia 4 de dezembro, ao Mercado Municipal a fim de prestar as devidas informações e explicações sobre a tipologia de trabalhos a realizar bem como o desenrolar da obra para que a sua execução minimize os prejuízos a comerciantes e população.
A requalificação e modernização deste espaço comercial é um anseio de toda a população e ao assumir esta obra com carácter de extrema importância a Câmara Municipal de Nisa pretende que, após a sua concretização, esta cumpra a sua função de forma inovadora ponderando a tradição comercial, os usos e os costumes enraizados, o valor sociocultural e os hábitos de consumo da população e valor patrimonial do imóvel.
A intervenção consistirá na cobertura do pátio interior, a substituição do pavimento existente, a disposição dos expositores, a remodelação das lojas, execução de novas instalações sanitárias e substituição da cobertura existente.

O projeto “Requalificação do Mercado Municipal e Áreas Envolventes”, visa requalificar, dinamizar e reutilizar infra-estruturas e equipamentos já existentes, dinamizando e criando soluções inovadoras de resposta às procuras e aos problemas urbanos gerados em torno dos mercados municipais, dotando-os de condições necessárias ao seu pleno funcionamento para além de permitir o respectivo uso versátil em termos do aproveitamento para realização de eventos gastronómicos temáticos, privilegiando os produtos endógenos, eventos culturais e outros harmonizados com o espaço envolvente e dentro de uma perspetiva de melhoria da qualidade de vida da população do concelho.

6.12.14

NISA: "Alegrem-se o Céu e a Terra..."












Câmara de Nisa aprova Moção de Saudação e Reconhecimento pela distinção do Cante Alentejano

A Câmara Municipal de Nisa reunida em sessão ordinária, em Pé da Serra,no passado dia 3 de Dezembro, aprovou por Unanimidade e Aclamação uma proposta de Moção apresentada pelos eleitos Idalina Trindade e Francisco Cardoso visando mostrar o reconhecimento do Município de Nisa pela elevação do Cante Alentejano a Património Cultural e Imaterial da Humanidade. 
Texto da Moção:

5.12.14

“Os Verdes” querem o reconhecimento do Estado da Palestina

“Os Verdes” entregaram na Assembleia da República o Projeto de Resolução “Pelo reconhecimento do Estado da Palestina” que recomenda ao Governo que reconheça o estabelecimento do Estado da Palestina independente, livre e soberano.
 Apesar da aprovação, em 1947, da Resolução 181, pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, o Estado da Palestina continua, até hoje, por estabelecer. O povo palestiniano tem vindo, desde sempre, a ser espoliado das suas terras e recursos, por Israel, que põe em causa a sua liberdade, soberania e sobrevivência. Com a imposição de colonatos e a construção de um muro de betão em torno da Faixa de Gaza, os palestinianos sobrevivem num território exíguo e desprovido das mais elementares condições de vida, numa prisão permanente a céu aberto.
 Apesar da condenação internacional, a verdade é que a situação do povo palestiniano se tem vindo a agravar. A ocupação israelita mantém-se e não permite a recuperação da destruição, numa clara violação dos direitos humanos mais elementares, como o acesso ao trabalho, à saúde e à educação.
 Para o PEV, a resolução justa deste conflito no Médio Oriente passa, necessariamente, pela consagração da existência do Estado da Palestina, pela retirada de Israel de todos os territórios ocupados, pelo desmantelamento dos colonatos e pelo regresso dos refugiados, conforme estabelecido pelas várias resoluções da Assembleia Geral e do Conselho de Segurança das Nações Unidas e, nesse sentido, entrega no Parlamento a iniciativa legislativa em causa.
O Grupo Parlamentar “Os Verdes”

CRÓNICAS DE LISBOA: Já Brilham as Luzes de Natal!

 Sem ofensas, os engenheiros, no nosso país, são as pessoas mais dotadas técnico-profissionalmente, assim se julgam alguns deles. Dizem saber de tudo, às vezes menos de engenharia! Tivemos um Primeiro Ministro (PM) que até, por mais do que uma vez, se decidiu  “dar lições de economia”, para justificar a tomada de medidas que poderiam ser contestadas pelos seus efeitos na Economia do país ou na sua oportunidade. Quem não se lembra dele ter dito, numa Conferência em Paris que: "Para pequenos países como Portugal e Espanha, pagar a dívida é uma ideia de criança. As dívidas dos Estados são por definição eternas. As dívidas gerem-se. Foi assim que eu estudei" (sic).
Noutra altura, para justificar o lançamento do Parque Escolar (PE), argumentou que, face à crise que se iniciava, era necessário injectar dinheiro na economia do país para combater essa recessão. Igualmente para defender, quase a raiar a vitimização e quando a corda da bancarrota já estava para ser atada ao pescoço do país, perdão, ao nosso, a prossecução do TGV (Porto e Madrid), nova Ponte sobre o Tejo, novo Aeroporto de Lisboa, etc, usou os mesmos argumentos  da “economia do senhor engenheiro”. Mas esqueceu-se de citar algumas das variáveis básicas que se aprendem nas aulas de Economia ou Gestão, por exemplo Rendimento (Rd); Consumo (Público e Privado); Investimento (I) e Financiamento (F), Receitas; Despesas; Procura (Interna e Externa - exportações), Défice, etc, porque a Economia é uma ciência viva e interactiva, isto é, as variáveis, através dos agentes económicos a que se destinam, influenciam-se e interagem. Esqueceu-se de dizer, na altura da sua acalorada defesa de tais investimentos (ou elefantes brancos?), quem, como e quando esses investimentos públicos seriam pagos e o efeito que teriam na nossa elevada Divida Pública, Juros, défice crónico, hipotecando o futuro dos nossos filhos e netos, etc. Soubemos, depois, que ele não se esqueceu, porque na atrás citada palestra apara  jovens ele disse que “as dívidas públicas não são para pagar mas para serem geridas, qualquer estudante sabe isso, acrescentou”(sic). Aliás, esta “aula” foi agora, aquando da sua prisão preventiva, exibida várias vezes na televisão!
Imagine-se que tais projectos megalómanos teriam avançado mais do que já estavam, sim porque já havia estudos que tiveram que ser pagos, a austeridade que nos foi imposta pela “Troika” seria ainda mais severa para nós, não tenhamos dúvidas. E depois dizem, os  “herdeiros” do ex-PM, que a austeridade é um castigo dos Deuses ou do governo que lhe sucedeu, depois da ameaça de bancarrota a que o país esteve em risco de cair, com terríveis efeitos na nossa economia e na nossa sociedade.

De facto “qualquer estudante de economia sabe” que à  Despesa (mais o I) corresponde sempre uma Receita, pelo que um euro que um cidadão ou uma empresa gaste, vai para o “bolso” de alguém como Receita  e que , parte dele , pode ser seu Rendimento líquido e com ele poderá fazer despesas. É assim que funciona o “circuíto económico”, pelo que parando ou sendo mais lento, surge a recessão económica, desemprego, etc, como qualquer cidadão sabe. Por isso, tinha “razão” o nosso PM de então ao argumentar que o Estado tinha que fazer despesa e investimento como aquelas obras, para combater a recessão que se anunciava, tal como já tinha feito ao lançar o programa de renovação do  PE, este sim mais gerador de valor interno dos que os outros, onde a componente externa foi mais elevada. Mas infelizmente, o programa deixou maus exemplos e foi, como algum disse, um “forrobodó”  e desnorte nos gastos dos dinheiros públicos. Aliás, a sua então então Ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, chamada, mais tarde,  ao parlamento para justificar os problemas da empresa PE, criada para gerir o programa, “calou” os deputados, dizendo que o "o programa foi um  êxito e de festa para as escolas, para os alunos, para os arquitectos, para os construtores e para a economia portuguesa", (sic) . O povo ficou espantado com a palavra “festa”, porque sabe que enquanto o dinheiro durou, e as derrapagens orçamentais não fugiram à regra, fizeram-se escolas com muitos luxos ou desperdícios, mas para outras, essas mais carenciadas, o dinheiro não chegou, porque o programa foi suspenso.
Vem tudo isto a propósito por causa das luzes de Natal que enchem algumas das ruas e praças das nossas cidades, vilas ou simples freguesias, como é aquela em que vivo, em Lisboa, e que, diga-se, está linda a zona central da freguesia. É uma obra de Junta que, de acordo com as “lições do engenheiro”, está a fazer despesa que, obviamente, será receita de outros e embora com alguns recursos humanos da edilidade (face ao novo sistema de delegação de tarefas feitas pelas câmaras nas juntas de freguesia),  mas com materiais produzidos algures, talvez parte o seja na China. Não se discute se a opção dos muitos promotores  e financiadores da luzes de Natal por esta despesa é a melhor, mas é certo que a factura terá que ser paga e, espera-se que  algumas das autarquias “falidas” não tenham caído nesta idílica tentação, embora os efeitos psicológicos,  junto dos consumidores, seja também uma variável económica muito importante para combater a crise de consumo e, deste modo, agradar aos agentes económicos. Haja festa e porque é Natal, mas temo que, voltando a uma certa euforia consumista, alimentada em muito por bens importados, se esteja a querer antecipar o fim da crise, palavras ditas e reeditas por muitos agentes se for do seu agrado dizer isso, “vislumbrando-se já a luz ao fundo do túnel”? Mas, depois da “desmontagem do circo natalício”, assente cada vez mais no “consumismo”, como se não houvesse, pelos visto já não há para muita gente, outros valores em que o período natalício deveria assentar. Depois se verá quem paga, mas, normalmente, é o cidadão contribuinte que paga, porque “não há almoços grátis”.
Serafim Marques - Economista

Salchinisa mostra produtos tradicionais no Posto de Turismo de Nisa

Nos próximos dias 7, 14 e 21 de Dezembro, a Salchinisa Lda, vai ter ao dispor dos visitantes, um stand no Posto de Turismo de Nisa, onde poderão apreciar o que temos de bom no nosso concelho, no que se refere a produtos alimentares, nomeadamente, enchidos e queijos.
Os representantes da Salchinisa estarão disponíveis na parte da manhã de cada Domingo nas instalações do Posto de Turismo, entre as 9 horas e 13 de horas, espaço onde mostrarão as especialidades da salsicharia e queijaria tradicionais, desde já convidando toda a população e pessoas interessadas para uma visita a esta pequena amostra dos produtos da nossa terra, que tem o apoio da Câmara Municipal de Nisa.
Visitem-nos! Sejam bem-vindos!

3.12.14

OS VERDES querem eliminação de barreiras arquitetónicas e garantia de mobilidade e acessibilidade a todos

Hoje, data em que se assinala o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, “Os Verdes” anunciam a entrega de um Projeto de Resolução que recomenda ao Governo a eliminação das barreiras arquitetónicas e que visa garantir o direito de todos os cidadãos à mobilidade e à acessibilidade, uma iniciativa legislativa que se insere num objetivo contínuo de ação política do PEV: promover a igualdade.
Com esta iniciativa, o “Os Verdes” pretendem contribuir para a eliminação da existência de barreiras arquitetónicas, trabalhando para a construção de uma sociedade que combata a exclusão e a discriminação e que promova a igualdade e os direitos de todos os seus cidadãos. Para isso, é fundamental que, nas cidades, se altere a lógica das prioridades, dando mais relevância à mobilidade suave, designadamente à pedestre, garantindo o pleno exercício de direitos de todos os cidadãos.
O PEV considera urgente resolver situações incompreensíveis e inaceitáveis de, por exemplo, edifícios onde são prestados serviços públicos sem acessibilidades a todos, nomeadamente a pessoas com maior dificuldade de mobilidade, que geram efetiva discriminação da sociedade. É tempo de lançar um novo impulso para normas e planeamentos emergentes que não deem por esquecido ou acabado o trabalho de promoção da igualdade na mobilidade e na acessibilidade.
O Projeto de Resolução de “Os Verdes” será discutido na Assembleia da República na próxima sexta-feira, dia 5 de Dezembro, no período da manhã, a partir das 10.00h.